É Ator, Escritor. Nascido em Minas Gerais, na pequena cidade de Patrocínio, que pertence a mesorregião do Triângulo Mineiro - Alto Paranaíba - de onde saiu pequeno para a grande metrópole do Rio de Janeiro. Nas artes cênicas, atuou em grandes espetáculos tais como: “O Círculo de Giz Caucasiano” de Bertold Brecht - “O Homem Imortal” de Luiz Alberto de Abreu – “Rei Lear e Comédia dos erros” de W. Shakespeare, entre outros. Participou de produções teatrais nas peças: “A Família Addms” de Cássia Barros e “O Presidente exige mais bonecos” de Kadu Pinheiro e renomados festivais de teatro como “Isnard Azevedo” em Florianópolis.Fez grandes cenários para Cia de Dança “Jaime Arouxa” e curtas para cinema, entre eles: “Por dentro de uma gota d’água” de Felipe Bragança e Marina Meliande, onde fez cenografia com Clara Meliande e Gustavo Bragança; - “Crianças” de Pedro Modesto e “Um dia, Um Jardim” de Mônica Brito. Como design, fez um belíssimo troféu para premiação de melhores atores teatrais no ano de 2001.

sexta-feira, 29 de julho de 2011



Este foi meu último trabalho com a Cia de Teatro Sesc Meriti. Os trabalhos foram encerrados no ano de 1999. Depois desse trabalho cada um buscou seu espaço.

Um dia, um jardim

FICÇÃO

O filme é uma adaptação de parte do poema escrito em 1922 pelo niteroiense Eduardo Alves da Costa.

Direção, roteiro e edição: Mônica Britto

Duração: 7min
UF/Ano: RJ/2007



Sinopse:
Moradores de uma casa são molestados diariamente.
Formato Captação: 16mm
Formato Exibição: BetaSP
Roteiro: Mônica Britto
Produção Executiva: Henrique Genovesi
Produção:
Fotografia: Marcelo Britto
Câmera: Marcelo Britto/Tatiana revoredo
Arte: Diana Iliescu / Rebeca Ramos / GUILHERME JABER
Som:
Edição: Mônica Britto/Marcelo Brito
Edição de Som: Edmundo Dan
Elenco:
Nadege Jardim, Sergio Miguel Braga, Emanoel Cavalcanti, Mariana Macedo, Cibeli Vidal, Raquel Brum, João Cícero, Leopoldi Nunan, Israel Bento e Tathiana treuffar

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Perdi meu pai ainda jovem, criança praticamente. Mas nunca me esqueci, quando certa vez estava indo para um rio buscar areia. Papai na época trabalhava buscando areia dos rios para as construções na cidade. Então tocou uma música no rádio do caminhão. Papai não dirigia pois era ajudante do Hélio. Era um caipira nato, viveu e morreu na cidade de Patrocínio, MG. Mas naquele dia tocou uma música e ele a ouviu com pensamentos longe, e isso aconteceu tantas vezes que acabou me marcando. Ele não sabia o que dizia a música pois era em inglês, mas ele adorava sua melodia. O tempo passou me tornei adulto, mas sempre me lembrava da tal música, mas não sabia quem a cantava e nem seu nome. Mas hoje por acidente eu a encontrei, e que felicidade poder saber a sua tradução, ouvi tantas e tantas vezes, que meu aparelho de musica deve ter enjoado... Roy Orbison acredito seja o autor original desta música, mas foi na voz de: Dan McCafferty, hoje com 64 anos, da banda NAZARETH que meu pai ficou encantado. Sem saber meu querido pai soube apreciar uma das mais belas canções dos anos 70 e que ganhou varias versões, cada uma mais bela que a outra. Então é isso, deixo registrado aqui essa música que me trás boas recordações.


O amor machuca, o amor deixa cicatrizes, o amor fere e prejudica.
Qualquer coração que não seja resistente ou forte o suficiente
Para aguentar muita dor, aguentar muita dor.
O amor é como uma nuvem, contém muita chuva.
O amor machuca, oh, oh, o amor machuca
Sou jovem, eu sei, mas mesmo assim
Eu sei que uma coisa ou duas, que eu aprendi com você.
Eu realmente aprendi muito, realmente aprendi muito.
O amor é como uma chama: ele te queima quando é ardente.
O amor machuca...
Ooh, ooh, o amor machuca.
Alguns tolos pensam em felicidade, suprema alegria, união.
Alguns tolos enganam a si mesmos, eu acho,
Mas eles não estão enganando a mim.
Eu sei que não é verdade, eu sei que não é verdade.
O amor é apenas uma mentira criada para te deixar triste.
O amor machuca...
Ooh, ooh, o amor machuca...
Oh, oh, o amor machuca (3x) Oh, oh

 

Um dos momentos raros que aconteceu quando participei do filme do Zico. Esta foto foi tirada na Ilha do Governador, em um clube que fica atrás do aeoroporto. Na pausa para o almoço aproveitei a oportunidade e fiz meu clic.











sábado, 16 de outubro de 2010


Eu com Regianna Antonini, em um de seus cursos teatrais. Esse foi no Catete, no Centro Cultural CORREIA LIMA


Regiana é uma daquelas pessoas incríveis, raras, onde só se conhece uma vez. Vá lá que não sou um amigo intimo, chegado, mas temos uma amizade de muitos anos, mesmo ausentes. Regiana é autora de um texto que tenho paixão de ler. [ Onde está você Agora ] que virou uma peça teatral linda depois sendo complementada com a segunda parte e que ficou mais show ainda. Sou um fã de seus trabalhos, por que tem uma naipe textual muito foda, ops. Eu amo sua forma de escrever e me espelho nisso. A referência é maravilhosa.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hotel Intercontinental - São Conrado

Aqui aconteceu uma história muito engraçada. Tínhamos uma cena onde eu e esse rapaz acima, não me recordo o seu nome, faríamos uma cena de recepção onde o Eri Johnson chegaria com uma outra pessoa. Aconteceu que nossas roupas por algum motivo ainda não tinham chegado. Alguém sugeriu que fosse solicitado junto ao Hotel duas peças do uniforme das pessoas que trabalhavam na recepção. Podem ver pela roupa que há uma diferença entre eu e o rapaz. Eu seria o carregador e ele o recepcionista. Roupas providenciadas e então ficamos sentados na porta de entrada do hotel onde aconteceria nossa cena. As outras gravações aconteciam na parte da piscina, com isso só nos restava esperar. Foi quando parou um Táxi na portaria e o sujeito já foi falando enrolado [ tipo um espanhol ] se falasse muito rápido a coisa degringolava, mas entendemos que era para carregar suas bagagens para a recepção. Olhamos um pra cara do outro e pensamos numa sintonia só: por quê não!!! E assim foi feito. O engraçado é que na recepção quem por lá trabalhava pensou que eramos funcionários novos e nem ligaram. Feito todos os procedimentos, lá fomos nós puxando um carrinho cromado me parecia com ouro. Seu quarto era no 2° andar e não tivemos dificuldades para chegar lá. O curioso veio na sequencia quando deixamos tudo no quarto e já na saída ele nos chama e dá a cada um 5 dólares. Opá! Como assim? Verdade! Ganhamos cada um 5 dólares. Aquilo bagunçou nossa cabeça a tal ponto que num impulso corremos para a portaria na esperança de aparecer mais um gringo. Brasileiro é foda. [ risos] Não pode ver uma oportunidade e já quer levar vantagem. Fato é que nem estávamos pensando mais nas gravações e dávamos boas risadas dos fatos ocorridos. Uma meia hora depois surge outro carro a nossa frente e lá fomos de novo fazer um bico. [ risos ]Hoje dou risada, mas no dia era tenso. Sei que arrumamos em duas viagens, dez dólares. Então pensamos até em ver se de fato não haveria a possibilidade de trabalhar ali. Logico que foi uma piada. Fato é que nossa gravação foi cancelada naquele dia, alguém faltou na gravação.Guardamos aquilo em segredo, mas a casa caiu , no caso a nossa em relação aos funcionários do Hotel e com isso a fonte secou. Ficou a parte engraçada dos fatos.




Há momentos na vida em que cada um colhe aquilo que plantou. Se plantou coisas boas, certamente colherá coisas boas. Ninguém pode plantar Morango e colher Abacaxi. Na vida da mesma forma, é assim também. Eu plantei boas sementes e colhi bons amigos. Amigos que levo pra sempre comigo, não importa para onde eu vá, não importa para onde eles vão. Não é preciso estar sempre se falando, sempre se vendo, mas é necessário que o carregue no coração. Se ele vai estar ausente ou não, se eu vou estar ausente ou não, que importa? Se o coração já é a morada destes que de certa forma se sentiu cativado e cativou, então não importa para onde vão. O que importa é que sempre vão fazer parte e para sempre de minha vida, estejam onde estiverem.

Em minha trajetória no teatro, tive a honra de trabalhar com uma atriz que tirar o chapéu é pouco. Em três anos de Cia de Teatro Sesc Meriti, Neia foi uma grande parceira, amiga e acima de tudo humana. Atuamos em vários papeis juntos e desses trabalhos várias experiências tanto profissionais quanto pessoais. Se hoje tenho meu livro "Eterna Solidão" editado foi graças a essa grande pequena pessoinha. Eu tenho certeza Neia que não somente eu mas todos aqueles que te conhecem com certeza te ama e tem carinho especial.


Em minha trajetória no teatro, tive a honra de trabalhar com uma atriz que tirar o chapéu é pouco. Em três anos de Cia de Teatro Sesc Meriti, Neia foi uma grande parceira, amiga e acima de tudo humana. Atuamos em vários papeis juntos e desses trabalhos várias experiências tanto profissionais quanto pessoais. Se hoje tenho meu livro "Eterna Solidão" editado foi graças a essa grande pequena pessoinha. Eu tenho certeza Neia que não somente eu mas todos aqueles que te conhecem com certeza te ama e tem carinho especial.